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1 de jun. de 2011

De carona à Morte!


Sempre imaginei a Morte como uma mulher virgem. Tão sutil. Tão inocente. Tão diabólica. Seus lábios trazem um sorriso, com tom de crueldade. Mas, não pense que ela má, esse predicado foi cabida a ela quando ainda era indesejável. Ela não é como a Moléstia que escolhe sua vitima a dedo, a Morte não é seleta. Ela apenas tem suas preferências, almas que o tempo não foi capaz de murchar. Almas jovens. Venera o odor forte de álcool que alguns ainda carregam no sangue. Não pense que a Morte é uma dama bêbeda, apenas não gosta de mortes fatigantes. Além do mais, extermínios dessa espécie são breves e prazerosos para ela, principalmente quando há algum veículo, torna a coisa mais rápida. E entre luzes brandas ela diz adeus a seu violentado. Ela não é má. Ela é justa.

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